Adolescente agredido em briga no DF morre após 16 dias inter...

O adolescente, de 16 anos, agredido pelo piloto de automobilismo, Pedro Turra, de 19 anos, morreu neste sábado (7) após 16 dias internado em um hospital do Distrito Federal (DF).

O agressor está preso na Papuda. O caso ganhou repercussão nacional. Inicialmente, acreditava-se que a briga teria sido motivada pelo lançamento de um chiclete contra a vítima, mas o advogado do

adolescente, Albert Halex, tem defendido em entrevistas à imprensa que a briga foi motivada por ciúmes envolvendo uma ex-namorada do amigo do agressor.

O Colégio Vitória Régia, no qual ele estudava, informou nas redes sociais que foi confirmada a morte cerebral do adolescente, que “deixa uma história, marcas de afeto e memórias que permanecerão

vivas entre nós”.   O Grupo de Escoteiro Águas Claras, do Distrito Federal, lamentou a partida do jovem.  “É com muita tristeza em nossos corações que comunicamos o falecimento do jovem Rodrigo,

antigo membro do Grupo Escoteiro Águas Claras”, disse o grupo de escoteiros. O agressor Pedro Turra chegou a ser preso em flagrante após a briga, mas foi liberado por pagar fiança de R$ 24 mil e

passou a ser responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade. Porém, voltou a ser preso no último dia 30 de janeiro.  A nova prisão foi autorizada após a polícia apresenta provas de que Turra

está envolvido em outros casos de agressão. Em um deles, ele teria usado um taser (arma de choque) contra uma adolescente de 17 anos para obrigá-la a ingerir bebida alcoólica durante uma festa. 

Nessa quinta-feira (5), O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou habeas corpus protocolado pela defesa de Pedro Turra.

Com isso, ele deve continuar preso preventivamente no presídio da Papuda, em Brasília. A morte do adolescente foi confirmada pela vice-governador do DF, Celina Leão, que lamentou a partida precoce do

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