
A opção de Carlo Ancelotti de não colocar Endrick em campo no empate por 1 a 1 com Marrocos, na estreia da Copa do Mundo, em Nova Jersey (Estados Unidos), repercutiu dentro e fora do Brasil, por
vezes de forma irônica. Dezesseis dias se passaram e agora o técnico cogita escalar o atacante como titular no duelo pelas oitavas de final do Mundial, contra Noruega ou Costa do Marfim, neste
domingo (5), às 17h (horário de Brasília). Com a lesão do meia Lucas Paquetá, que teve de ser substituído no intervalo do jogo desta segunda-feira (29), contra o Japão, em Houston (Estados Unidos),
Endrick foi escolhido para ir a campo. Na ocasião, o Brasil perdia por 1 a 0. A seleção brasileira acabou vencendo por 2 a 1, de virada, com um segundo gol no final do segundo tempo.
"Sim, podemos começar dessa maneira [com Endrick no lugar de Lucas Paquetá]. Precisávamos de mais força na área e o Endrick poderia colocar essa força e presença.
Ele fez um jogo muito bom porque esteve intenso e perigoso", afirmou Ancelotti, em entrevista coletiva após a partida em Houston.
A entrada do ex-atacante do Palmeiras foi reflexo, também, de uma mudança de postura ao longo do confronto.
Se no primeiro tempo a estratégia, sem sucesso, era buscar infiltrações por dentro, o Brasil passou a pressionar a defesa japonesa com bolas alçadas na área. Foram 25 cruzamentos durante a partida.
Um deles resultou no gol de empate, do volante Casemiro. "Tivemos problemas no primeiro tempo para buscar oportunidades porque o Japão estava muito fechado.
Buscamos soluções, com mais cruzamentos e presença de área. Acho que é uma evolução. Se no outro jogo não tivemos problemas para buscar espaço, desta vez foi diferente, mas conseguimos solucionar bem