
Terapeuta ocupacional aposentada participou do mutirão "Meu Pai Tem Nome" promovido pela Defensoria Pública Em busca de seu sonho, Zélia Ribeiro fez questão de ir até à Defensoria (Foto: Paulo
Francis) Um sonho cultivado por quase um século pode, enfim, estar prestes a se realizar. Aos 95 anos, a terapeuta ocupacional aposentada Zélia Pereira Ribeiro fez questão de ir pessoalmente até o
mutirão da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul neste sábado (16), em Campo Grande, para participar da ação “Meu Pai Tem Nome”.
Aos 95 anos, Zélia Pereira Ribeiro busca incluir o nome do pai, Faustino Pereira Leite, em sua certidão de nascimento.
A terapeuta ocupacional aposentada participou do mutirão "Meu Pai Tem Nome", promovido pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande.
Zélia, que nasceu em 1930, nunca teve o registro formal do pai devido a questões burocráticas da época, mas sempre manteve o desejo de homenageá-lo.
A iniciativa conta com o apoio da filha de Zélia, Dolores, que reuniu documentos históricos para comprovar a paternidade.