
O prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), apresentou pedido forma de renúncia ao mandato, após ter sido afastado do cargo por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.
A Polícia Federal (PF) está investigando Dr. Furlan e o vice-prefeito, Mario Neto, por suspeita de desvio de recursos federais destinados à construção do Hospital Geral Municipal.
O comunicado da renúncia foi enviado em ofício à Câmara Municipal de Macapá nesta quinta-feira (5). “Agradeço ao povo macapaense pela confiança em mim depositada e espero que esta confiança seja
mantida, mesmo após minha saída, diz o ofício. No documento, Furlan diz que renunciou à prefeitura porque vai concorrer ao cargo de governador do estado nas eleições deste ano.
A Constituição Federal determina a renúncia do cargo de prefeito como exigência legal para concorrer à chefia do Executivo do Estado.
Nesta quarta-feira, após o afastamento do prefeito e do vice, o presidente da Câmara de Vereadores de Macapá, Pedro dos Santos Martins, conhecido como Pedro DaLua (União Brasil), tomou posse
interinamente no cargo de prefeito. A vereadora Margleide Alfaia (PDT) assumiu interinamente a presidência da Câmara Municipal de Macapá.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Pedro DaLua discursa durante cerimônia de posse como prefeito de Macapá - Ricardo Augusto/PMM Fraude Furlan é investigado no âmbito da operação
Paroxismo, que apura um possível esquema de fraude à licitação no âmbito de contrato firmado pela Secretaria Municipal de Saúde de Macapá.
De acordo com as investigações, há indícios de existência de um esquema criminoso, envolvendo agentes públicos e empresários, voltado ao direcionamento da licitação, ao desvio de recursos públicos e