
O Ministério de Segurança Nacional da Argentina informou em nota, neste sábado (3), que o país passou a adotar novas medidas de imigração.
Funcionários, membros das forças armadas e empresários associados ao regime de Nicolás Maduro passam a ter a entrada no país restrita.
De acordo com o comunicado, as novas disposições estabelecem restrições a associados ao regime a fim de "impedi-los de usar a Argentina como refúgio".
"A Argentina não concederá asilo a colaboradores do regime de Maduro", acrescenta o texto. Após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, o presidente da Argentina, Javier Milei, em comunicado
oficial, disse celebrar “a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por parte do governo dos Estados Unidos da América”.
Ele classificou o papel da Venezuela no continente como “inimigo da liberdade” e fez uma comparação com Cuba dos anos 1960.
Os EUA impõem, há mais de 60 anos, um duro bloqueio econômico ao governo cubano com o objetivo de mudar o regime político do país, estabelecido após a Revolução de 1959.
O embargo a Cuba é condenado pela maioria dos países. Eles consideram uma violação ao direito internacional.
Entenda O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste fim de semana marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina.
A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.