
Apesar das turbulências no exterior, a alta internacional do petróleo favoreceu o mercado financeiro no Brasil.
O dólar caiu para R$ 5,15, e a bolsa avançou mais de 1% e fechou no maior nível em quase quatro meses.
A escalada dos conflitos entre Estados Unidos e Irã favoreceu os ativos brasileiros, com a Petrobras entre os principais destaques do Ibovespa.
Principais números Dólar comercial: R$ 5,153 (-0,54%); Ibovespa: 179.722,48 pontos (+1,3%); Petróleo Tipo Brent: US$ 94,65 (+4,6%); Petróleo WTI: US$ 90,22 (+5,2%).
Câmbio O dólar comercial encerrou o pregão desta terça-feira (1º) com queda de 0,54%, vendido a R$ 5,153. Com o resultado, a moeda estadunidense passou a acumular baixa de 6,12% no ano.
No início da sessão, a divisa chegou a subir para R$ 5,20 após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do segundo trimestre.
O resultado mostrou desaceleração da economia, reforçando a percepção de que o Banco Central pode voltar a reduzir a Taxa Selic (juros básicos da economia), atualmente em 14% ao ano.
A perspectiva de juros menores tende a reduzir a atratividade do Brasil para investidores estrangeiros.
Ao longo da manhã, porém, o dólar perdeu força e passou a operar em baixa, acompanhando o comportamento de outras moedas de países emergentes e a valorização do petróleo.
Por volta das 14h20, chegou a cair para R$ 5,13. A queda do dólar em relação às divisas emergentes ocorreu na contramão das moedas de economias avançadas.