
Para vencer no primeiro turno, o candidato da eleição majoritária tem que conseguir a maioria absoluta dos votos, ou seja, mais da metade (50% mais um), sem considerar os brancos e nulos.
O sistema majoritário é usado para eleger presidente da República, governador e prefeito. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para presidente, governador e prefeito de cidades com mais de
200 mil eleitores, vence quem alcançar a maioria absoluta dos votos válidos. Se ninguém alcançar esse resultado no 1º turno, os dois candidatos mais votados disputam o 2º turno. No caso de eleições
para o Senado, basta a maioria simples. Quem tiver mais votos se elege, quando a escolha for por dois senadores. Nas eleições deste ano, cada eleitor deverá escolher dois senadores.
Ao todo, serão eleitos 54 para a próxima legislatura, sendo dois por estado e pelo Distrito Federal. Sistema proporcional De acordo com o TSE, o sistema proporcional serve para eleger deputados
federais, estaduais ou distritais e vereadores. Nesse caso, os votos dados aos candidatos e os votos de legenda são somados para definir quantas vagas cada partido ou federação terá.
Depois, essas vagas são ocupadas pelos mais votados dentro de cada legenda ou federação. O eleitor também pode escolher votar apenas no partido. É o chamado "voto de legenda".
Na prática, basta digitar na urna eletrônica o número do partido que deseja apoiar. Assim, quanto mais votos um partido ou uma federação receber, maior poderá ser o número de vagas conquistadas.
Por isso, o sistema é chamado de "proporcional", explica o TSE. Fonte: Agência Brasil