Caso Henry: celular da babá levou polícia a descobrir agress...

O delegado Edson Henrique Damasceno, então titular da delegacia policial que investigou a morte do Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021, afirmou nesta terça-feira (26) que a análise de prints

(reproduções) de mensagens de celular da babá do menino levaram a descobrir o que chamou de “farsa” por trás da morte da criança.

“Se não tivessem esses prints, a mentira iria seguir”, declarou no júri durante abertura do segundo dia de julgamento do caso no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro.   À época da

morte, Damasceno estava à frente da 16ª Delegacia Policial (DP), sediada na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro onde morava o então casal Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr.

Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, acusados pela morte de Henry Borel.   Então vereador no Rio de Janeiro no quinto mandado, Dr.

Jairinho era padrasto de Henry, filho de Monique Medeiros com Leniel Borel de Almeida Junior. O menino morreu na madrugada de 8 de março de 2021, com várias lesões pelo corpo.   >> Siga o canal da

Agência Brasil no WhatsApp Lesões e manchas  Em depoimento, Henrique Damasceno relatou que o caso chegou à delegacia como acidente doméstico, mas que ao ter as primeiras informações do

laudo cadavérico, que “mostrava lesões sérias”, seguiu por outra linha de investigação.   “Lesões no rim, pulmão, cabeça, fígado, equimose (mancha roxa) no corpo”, enumerou.  O delegado conta que em

depoimentos, o casal Jairinho e Monique declarava ter relação harmoniosa e feliz em família e que a causa das lesões seria uma queda da cama.   No entanto, ele afirma que uma reprodução simulada na

casa de Jairinho e Monique mostrou que as lesões eram incompatíveis com acidente doméstico.   “Ele foi vítima de lesões que culminaram na morte.

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