CEO do Grupo Fictor é alvo da PF por fraudes contra a Caixa

O sócio-fundador e CEO [Chief Executive Officer] do Grupo Fictor, Rafael de Gois, é um dos alvos da Operação Fallax, da Polícia Federal (PF), deflagrada na manhã desta quarta-feira (25).

De acordo com a PF, o grupo criminoso do qual o diretor executivo faria parte é especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal (Caixa), além de praticar estelionato e lavagem de

dinheiro. As fraudes investigadas podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões, segundo a PF. Em nota à imprensa, o Grupo Fictor informou que logo que os advogados de defesa tiverem acesso ao

conteúdo da investigação prestará as informações necessárias às autoridades competentes, com o objetivo de esclarecer os fatos.

“Foi realizada hoje [25 de março] diligência de busca e apreensão na residência de Rafael Góis, CEO da Fictor, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Federal.

Apenas o seu celular foi apreendido”, diz a nota. O nome da holding de investimentos brasileira também aparece no caso do Banco Master.

Em novembro do ano passado, a Fictor Holding Financeira anunciou a compra do Master, um dia antes do dono do banco Daniel Vorcaro ser detido pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

O Banco Master está liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central.  A Operação Fallax cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo,

em cidades dos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia. Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal

de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas. A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, de veículos, de contas e de ativos financeiros dos suspeitos até o limite de R$ 47

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