CNI rebate EUA e diz que Brasil não prejudica empresas ameri...

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) apresentou nesta segunda-feira (18), ao USTR (sigla do Escritório do Representante Comercial dos EUA), sua manifestação dentro da investigação 301 aberta

contra o Brasil por supostas práticas comerciais abusivas. No documento, a CNI afirma que “as preocupações identificadas pelo USTR não justificam medidas restritivas ao comércio nos termos da Seção

301, já que o Brasil não adota políticas e práticas que prejudiquem a competitividade ou discriminem empresas norte-americanas”.

“Assim, as empresas norte-americanas não tiveram prejuízo em detrimento de outras empresas”, complementa.

Para a entidade, não há base jurídica ou factual para a imposição das tarifas adicionais; o comércio bilateral entre Brasil e EUA é mutuamente benéfico, com superávit para os EUA e tarifas baixas;

medidas unilaterais enfraquecem essa parceria estratégica. A instituição sugere ainda que haja diálogo bilateral e cooperação técnica, ressaltando que abordagens colaborativas continuam sendo o meio

mais eficaz de alcançar objetivos mútuos. Sobre comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tema em que o USTR afirma que decisões judiciais brasileiras poderiam tornar plataformas digitais

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