Com dificuldades no mercado da música, jovens lançam selo in...

Tudo começou com uma produtora de áudio, criada por Victor Basto, guitarrista e vocalista, e João Mendonça, baterista, que se conheceram na faculdade, no curso de produção musical.

Integrantes da banda Quedalivre e diante da dificuldade de se inserir no mercado musica, os jovens decidiram fundar o próprio selo musical e impulsionar, não apenas o próprio trabalho, mas de outras

bandas com trajetórias parecidas. Assim nasceu, no Rio de Janeiro, o selo independente AlterEgo. “Com a banda, fomos descobrindo as deficiências que as outras bandas também tinham e acabou que a

gente juntou o nosso conhecimento técnico com a questão de produção executiva para bandas mesmo. Juntando também com técnicos de outras áreas, surgiu o coletivo”, diz Basto à Agência Brasil.

Um selo musical ou selo fonográfico é uma espécie de marca que gerencia, produz, promove e distribui a obra de artistas.

O músico relembra que a banda Quedalivre enviou material para muitos selos, mas ninguém aceitou, "nem responderam nenhum e-mail nosso. Ficamos decepcionados".

"Mas acabou que foi a melhor coisa que aconteceu, porque a gente teve que criar o nosso próprio selo e acabou sendo perfeito, porque tem todo mundo que a gente já conhece, com quem a gente já

trabalha junto, bandas que não teriam espaço se não fosse a gente chegando com o novo selo”, conta Basto.

O selo independente AlterEgo existe efetivamente desde outubro de 2025, mas o lançamento oficial ocorreu somente em festival homônimo, realizado no dia 7 de fevereiro, no Rio de Janeiro.

O evento marcou também o pré-lançamento do álbum Seres Urbanos, da banda Quedalivre, formada pelos músicos que idealizaram o selo e também o festival.

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