Crise na IPTM: Leonardo Sale encerra 16 igrejas e considera deixar o Brasil RIO DE JANEIRO (RJ) — O pastor Leonardo Sale, líder da Igreja Pentecostal Templo de Milagres (IPTM), vive um momento
crítico em seu ministério no início de 2026. Conforme informações exclusivas, das mais de duas dezenas de congregações abertas nos últimos anos, apenas quatro estão em funcionamento: Portugal, Campo
Grande, Caxias e Oswaldo Cruz. O fechamento de unidades estratégicas, como as localizadas nos Estados Unidos, Porto Alegre, Fortaleza e diversas cidades da Baixada Fluminense (Mesquita, Nova Iguaçu e
São Gonçalo), reflete o fracasso de um planejamento que não se concretizou. A estratégia de padronização foi criada por um empresário que atuava como mentor e principal conselheiro de Sale, o qual
investiu mais de R$ 2 milhões na denominação em um único ano. A crise se intensificou com a saída desse empresário, que ocorreu após um desentendimento repleto de acusações.
Ele era considerado o braço direito de Sale e tinha um papel fundamental na estruturação de templos, como o de Oswaldo Cruz.
Com o fim dessa parceria, Sale não apenas perdeu apoio financeiro, mas também a base estratégica que sustentava a IPTM.
A saída do empresário não foi a única: pastores que eram considerados pilares da denominação também deixaram suas funções após serem excluídos do novo modelo de gestão.
Dentre os que saíram para criar seus próprios ministérios estão o Pastor Tiago e sua esposa, a Pastora Geisi, além de Gustavo Osorio, um antigo confidente de Sale.
Essa debandada enfraqueceu a liderança sênior da igreja. Compressão financeira resultou em cortes drásticos: Sale colocou sua residência à venda, dispensou babás e, recentemente, desfez toda a sua