
Enquanto as negociações não terminam, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) ficou marcada por protestos de indígenas na Zona Azul, nesta sexta-feira (21).
Eles protestaram pela demarcação de terras, a favor dos guarani kaiowá e contra mineração promovida por empresas do Canadá, em diversos países do continente americano, inclusive o Brasil.
A manifestação ocorreu no momento da retomada das negociações, após o incêndio que atingiu parte dos pavilhões dos países nessa quinta-feira (21). (), também na Zona Azul.
Entoando cânticos, os indígenas percorreram o corredor central da Zona Azul, atraindo a atenção de negociadores, observadores e de quem circula pela conferência.
Com cartazes, pediam a saída de empresas canadenses dos territórios indígenas e a revogação do Decreto nº 12.600/2025, que prevê a privatização de empreendimentos públicos federais do setor
hidroviário nos rios Madeira, Tocantins e Tapajó. O protesto foi realizado após o término da Plenária dos Povos, organizada pela rede Climate Action Network – International, que reúne mais de 1.300
organizações não governamentais de cerca de 130 países, que promovem ações contra a mudança climática. Manifestações na COP30 A COP30, em Belém, recebeu inúmeras manifestações populares.