Destruição da Caatinga pode desertificar o país, alerta mini...

O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que o governo federal tem ampliado as ações de preservação da Caatinga - único bioma exclusivamente brasileiro, importante para a

biodiversidade do país, sobretudo por servir de barreira natural contra a desertificação. “A Caatinga é um bioma fascinante, de uma beleza paisagística incrível e de uma biodiversidade também

incrível. As pessoas, quando pensam no Brasil, pensam na Amazônia. Quando muito, na Mata Atlântica", afirmou Capobianco durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de

Comunicação (EBC). "Mas esquecem que o Brasil possui seis biomas absolutamente diferentes e complexos, que fazem do país a maior biodiversidade do planeta”, completou.  >> Siga o canal da Agência

Brasil no WhatsApp Desertificação Capobianco ressaltou que o desmatamento excessivo deste bioma tem contribuído para o avanço da desertificação e que, neste sentido, a conservação da Caatinga é uma

prioridade ambiental. “Está demonstrado que a destruição e o desmatamento excessivo da Caatinga vêm provocando a expansão da área em processo de desertificação no país”, acrescentou.

O ministro informou que o Brasil concluiu o plano nacional de ações para cumprir a Convenção de Combate à Desertificação, que será apresentado na Conferência das Partes (COP 17), marcada para agosto,

na Mongólia.  Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, importante para a biodiversidade do país, lembrou Capobianco. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Segundo ele, o plano

desenvolve medidas para conter processos de degradação do solo – o que abrange ações a serem adotadas para conter o avanço da desertificação, especialmente nas áreas de Caatinga.

Programa Recatingar Entre as iniciativas em andamento, Capobianco destacou o lançamento do programa Recatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas e à substituição de atividades econômicas

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