Diversas formas de amar são tema do Caminhos da Reportagem d...

O dicionário Michaelis traz 15 definições para a palavra “amor”. A primeira delas descreve como “sentimento que leva uma pessoa a desejar o que se lhe afigura belo, digno ou grandioso”.

A segunda faz referência a uma “grande afeição que une uma pessoa a outra”. Mas será que o ato de amar se manifesta somente da forma que as linhas do dicionário traduzem?

Fernando Gomes em entrevista para o Caminhos da Reportagem - TV Brasil Para o neurocientista Fernando Gomes, “desde criança, todo mundo começa a entender que existe a necessidade de você ter uma

pessoa ou alguém para você amar ou, pelo menos, vivenciar uma história romântica”. A professora de português e literatura Ana Maria de Matos Viegas, quando criança, tinha uma ideia idealizada de

amor: “Na quinta série primária, eu já tinha um caderno de música, e a primeira música do caderno era A Minha Namorada, do Vinícius. Daí pra cima.

Era essa ideia muito romântica do amor, do tudo certo”, explica. Geni Núñez explica que a idealização do amor tem raízes no conceito de amor romântico- TV Brasil A psicóloga Geni Núñez explica que

essa forma idealizada de enxergar o amor tem raízes no conceito de “amor romântico”. Para ela, esse tipo de amor tem a “inspiração platônica de que só é verdadeiro aquilo que é complementar.

Então, a gente vai ver no senso comum a ideia de metade da laranja, a tampa da panela”. Renato Noguera, filósofo, complementa este pensamento ao mostrar como os contos de fadas, assim como os livros,

filmes, novelas, exaltam essa forma de amar. Renato Noguera mostra que os contos de fadas influenciam na construção do amor ideal - TV Brasil “Quando a gente fala de amor romântico, tem uma

genealogia, tem uma evolução. A gente pode imaginar Romeu e Julieta: o Romeu ali falando com a Julieta no balcão, ela numa sacada aos trovadores [...] Aquela cena que todo mundo deve ter visto, que é

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