
Em dia de pregão encurtado por causa da Quarta-Feira de Cinzas, o dólar aproximou-se de R$ 5,25, influenciado pelo agravamento nas tensões entre os Estados Unidos e o Irã.
A bolsa de valores teve a terceira queda seguida, influenciada por mineradoras. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (18) vendido a R$ 5,24, com alta de R$ 0,011 (+0,21%).
A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a R$ 5,20 nos primeiros minutos de negociação. No entanto, as preocupações com o mercado internacional prevaleceram, fazendo a moeda subir.
Na máxima do dia, por volta das 15h50, a cotação chegou a R$ 5,25. O mercado de ações teve um dia de ajustes. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.016 pontos, com recuo de 0,24%.
Esse foi o terceiro pregão consecutivo de queda na bolsa, desta vez influenciada pela queda do minério de ferro nos últimos dias, o que se refletiu no desempenho ruim de ações de mineradoras.
Sem notícias econômicas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo cenário externo. Nesta segunda, o presidente estadunidense, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã, com a Casa Branca afirmando que há
“vários argumentos” para atacar o país. Paralelamente, a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) acelerou a alta do dólar em todo o planeta.
Segundo o documento, o mercado de trabalho nos Estados Unidos está mais resistente que o previsto, o que reduz as chances de novos cortes de juros em breve na maior economia do planeta.
* com informações da Reuters Fonte: Agência Brasil