
A um mês do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), candidatos e professores do ensino médio e cursinhos preparatórios adotam estratégias que migram do estudo intensivo de
conteúdos inéditos para a consolidação do que já foi estudado. Essa tem sido a tática da Rafaela de Araújo Caldas, de 17 anos, estudante do 3º ano de uma escola pública do Gama, cidade do Distrito
Federal distante 35 km do centro de Brasília. Rafaela Araújo vai fazer o Enem pela primeira vez e quer uma vaga no curso na área de computação - Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Rafa fará o
Enem pela primeira vez e quer conquistar a vaga em um curso superior na área de computação. Com apoio dos pais, ela concilia o turno regular da escola com as aulas online de um cursinho preparatório
para o exame até a noite, mas diz que respeita os limites físicos e o cansaço. “Dou foco em ver como funciona a prova, vendo os padrões das questões e o que vai ser mais importante estudar, agora,
nessa reta final.’ O foco da jovem também está na prova de redação. “Conheço alguns repertórios que o cursinho disponibilizou em uma lista.
Mas, preciso ver o que usar e o que vai se encaixar no tema da prova.” A redação do Enem exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhsd em modalidade escrita formal da
língua portuguesa. O participante deve estar preparado para escrever em defesa de seu ponto de vista a respeito do tema proposto que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política. Para
ajudar os participantes, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza aos participantes uma cartilha específica que explica como é a prova de redação e os critérios de correção.
Escola parceria Diogo Andrade é professor de língua portuguesa e espanhola da escola onde Rafaela estuda, o Centro de Ensino Médio 1 do Gama, apelidado de CG (Colégio do Gama).