
A arrecadação do mercado fonográfico brasileiro registrou um crescimento de 14,1% em 2025, ao atingir um faturamento de R$ 3,958 bilhões. O resultado, segundo a Pró-Música Brasil, que divulgou os
números, consolida a posição do segmento “como um dos mercados de música gravada mais dinâmicos e que mais crescem no mundo”. Os dados fazem parte do relatório anual da entidade que representa as
principais gravadoras e produtoras fonográficas em operação no país. O patamar alcançado no ano passado levou o Brasil à 8ª posição entre os maiores mercados do mundo no ranking global da Federação
Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). Mostra também uma progressão nos últimos anos. Em 2024, estava em 9º lugar e no ano anterior em 10º.
A avaliação da Pró-Música Brasil é que os números demonstram e reforçam a trajetória de expansão do setor no país. “O desempenho do mercado em 2025 confirma o papel estratégico das gravadoras como
motor do crescimento da indústria, sustentado por investimentos contínuos e por um diversificado modelo de parceria com os artistas”, apontou a entidade.
O presidente da Pró-Música Brasil, Paulo Rosa, ressalta que foi o 16º ano consecutivo de crescimento do mercado fonográfico brasileiro, alcançado por meio do desenvolvimento do mercado digital, após
a crise encerrada no início da década de 2010 com o começo da recuperação do setor depois da pirataria física e online e que culminou com o modelo do streaming que se espalhou pelo mundo.
Segundo Paulo Rosa, as boas notícias de crescimento do mercado que têm ocorrido ao longo dos anos significam muito para o setor que investe muito, tanto em produção de artistas já com mercado, como
no marketing de promoção de artistas novos, “o que é sempre mais arriscado”. Esse crescimento “tem mostrado, principalmente em relação à música brasileira, que o Brasil é um grande mercado para