
A classificação da Espanha à final da Copa do Mundo abre a possibilidade de um país ser detentor, simultaneamente, de forma inédita, dos títulos mundiais entre homens e mulheres.
As espanholas são justamente as atuais campeãs do naipe feminino. Neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), a Fúria (apelido do time espanhol) mede forças, em Nova Jersey (Estados Unidos),
com quem se classificar na outra semifinal da Copa masculina, entre Argentina e Inglaterra. A seleção ibérica, campeã pela primeira vez em 2010, busca o bi, o que a colocaria no topo da modalidade,
pelo menos, até 2030, quando será uma das sedes do evento, junto de Portugal e Marrocos. Entre as mulheres, o reinado da Espanha foi proclamado em 2023, com a inédita conquista da Copa do Mundo
Feminina, realizada na Austrália e na Nova Zelândia. A vitória sobre a Inglaterra na final, por 1 a 0, no Sydney Stadium, premiou uma campanha quase perfeita, com seis vitórias e apenas uma derrota.
Foram 18 gols marcados e sete sofridos. O detalhe é que aquela decisão de 2023 pode se repetir na Copa masculina.
Para isso, os ingleses têm de superar os argentinos nesta quarta-feira (15), às 16h, em Atlanta (Estados Unidos).
O título na Austrália alçou de vez a craque Aitana Bonmatí, eleita a melhor jogadora da competição, aos primeiros The Best - que é concedido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) - e Bola de
Ouro da carreira. Ídola do Barcelona, a meia ganhou os prêmios mais duas vezes e é a atual detentora de ambos.
A Copa de 2023 também foi marcada por um beijo não consensual do então presidente da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, na atacante Jenni Hermoso durante a premiação das