Flávio Bolsonaro declara guerra ao crime organizado

Ao lado do deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ), vencedor da eleição para governador do Rio de Janeiro, o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, disse nesta

sexta-feira (9) que ambos estão alinhados em “declarar guerra” ao crime organizado. “Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo

o Brasil”. O candidato conversou com jornalistas no intervalo de um evento de campanha, no qual reuniu apoiadores e políticos, na Ilha Itanhangá, um espaço de eventos na Barra da Tijuca, bairro nobre

do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro chamou de "boatos" a informação de que ele privatizaria a Petrobras.

Ele criticou a política do governo de subsídios ao preço do diesel ─ em alta por causa da guerra no Irã ─ e afirmou que o fim dos incentivos levaria ao aumento do preço logo após as eleições.  O

candidato agradeceu o apoio firmado na véspera pelo candidato derrotado à Presidência Augusto Cury (Avante) e afirmou que “está conversando” com outros partidos.

Programas sociais  O candidato afirmou que vai manter os programas sociais e se disse alvo de campanhas de notícias falsas. “Há várias mentiras circulando.

Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, declarou. Ele descreveu que o programa será focado em quem mais precisa e acompanhado de ações de capacitação e qualificação.

Nas palavras dele, será “o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu”. Flávio afirmou que vai ampliar o programa Farmácia Popular, com os medicamentos sendo entregues em casa e com

avisos, pelo celular, sobre o horário da medicação. O senador tem sido alvo de críticas porque no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, enviado ao Congresso em 2022, o governo de Jair

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