
Bolsa de ostomia não impede sonho da maternidade; apoio profissional inspira ensaio de gestante Juliana de Carvalho Alves, 41 anos, fez ensaio sem deixar de mostrar a bolsa que a acompanha.
(Foto: @nkkidsfotografia) Há quem diga que liberdade é poder ir e vir. Para Juliana de Carvalho Alves, 41 anos, ela veio na forma de uma cicatriz e de uma pequena bolsa acoplada ao corpo.
Depois de mais de duas décadas marcada por dores, exames e diagnósticos, ela descobriu que podia viver sem o peso da doença e agora espera o segundo filho, João Guilherme.
Ao lado, na gestação e na vida, está a enfermeira que a ajudou a atravessar o período mais difícil dessa transformação: Franciely Pereira Mota.
Juliana Alves, 41, portadora de retocolite ulcerativa, celebrou sua segunda gravidez com um ensaio fotográfico que destaca sua ostomia, símbolo de superação.
Acompanhada por Franciely Mota, enfermeira que a auxiliou na adaptação após a cirurgia, Juliana compartilha sua jornada de luta contra a doença inflamatória intestinal crônica, diagnosticada aos 15
anos. A ostomia, inicialmente encarada com rejeição, tornou-se sinônimo de liberdade e esperança após anos de sofrimento.