
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério da Saúde lançaram nesta quinta-feira (2) a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026.
O estudo vai investigar, em mais de 140 mil domicílios, hábitos de vida, acesso e utilização de serviços de saúde, doenças crônicas e questões relacionadas à saúde do idoso.
Em nota, o IBGE destacou que os dados, coletados a partir da próxima segunda-feira (6) e produzidos por meio de pesquisa domiciliar amostral, são considerados fundamentais para orientar políticas
públicas, apoiar a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e monitorar metas nacionais e compromissos internacionais na área. “A pesquisa é domiciliar, então, vai na casa das pessoas.
É por amostra, ou seja, não é uma pesquisa censitária – a gente não vai a todos, mas vai a alguns e esses alguns representam o todo.
E ela é nacional, então, a gente vai estar pelo Brasil como um todo. Em todos os estados, em todos os cantinhos, pode ser que vocês vejam o colete do IBGE”, destacou a gerente de Pesquisas de Saúde,
Marina Águas. A edição de 2026 traz inovações e aperfeiçoamentos metodológicos e operacionais, incluindo, para a população acima de 35 anos, a coleta (sangue e urina) de biomarcadores como sódio,
potássio, creatinina, colesterol, hemoglobina glicada, ácido úrico, presença de chumbo e mercúrio, além de sorologia para Chikungunya.
“A gente vai ter um questionário super amplo, muito importante porque as pesquisas por amostra nos permitem intensificar a investigação.
Como você não vai a todos os domicílios, eu consigo, em poucos, ter uma investigação mais profunda dos temas e mesmo assim dar uma estatística precisa para a população como um todo”, detalhou Marina.