Investigação comercial contra o Brasil: CNA responde acusaçõ...

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) respondeu oficialmente nesta sexta-feira (15) as acusações dos Estados Unidos por práticas desleais no comércio.

O movimento segue na esteira da abertura de uma investigação comercial pelos EUA para apurar se práticas econômicas brasileiras relacionadas ao comercial digital e tarifas preferenciais são

"irracionais ou discriminatórios" e "oneram ou restringem" o comércio do país norte-americano. As respostas técnicas da CNA foram enviadas ao USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos).

A confederação afirma que "a política tarifária é transparente, não discriminatória e em conformidade com a OMC", e defende a cooperação bilateral com os EUA no setor de transição energética.

"Entre 2010 e 2017 houve isenção tarifária para o etanol dos EUA; posteriormente, adotou-se a tarifa de Nação Mais Favorecida (NMF) de 18%, inferior à aplicada aos países do Mercosul, que permanecem

com tarifa de 20%", aponta o comunicado divulgado pela CNA. Em relação ao desmatamento ilegal, a CNA argumenta que "o Brasil possui legislação ambiental robusta e avançada", e políticas públicas e

sistemas resultaram na redução do desmatamento e regulação. Alguns exemplos citados foram o CAR (Cadastro Ambiental Rural) e o Sinaflor (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos

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