
Os fortes terremotos, de 7.2 e 7.5 graus na escala Ritcher, que afetaram a Venezuela nessa quarta-feira (24), levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizarem com o país sul-americano.
Expressaram solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, além da intenção de enviar ajuda, os líderes da França, do Brasil, Irã, da Arábia Saudita, de Cuba, da Turquia, China, Índia, Rússia, do
Paquistão, da União Africana, Itália, União Europeia, Espanha, Bolívia, do Chile, da Colômbia, Argentina, do Peru, México, Panamá e dos Estados Unidos (EUA), entre outras nações.
Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam a probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica
de 1% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB). O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou “grande preocupação e consternação” com o desastre natural, prometendo enviar ajuda e
assistência ao país. A presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodriguez, agradeceu o apoio do líder brasileiro.
“Valorizamos sinceramente esse gesto de solidariedade e fraternidade entre os nossos povos, reafirmando os laços históricos de cooperação e amizade que nos unem”, respondeu Delcy a Lula.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que entrou em contato com o governo “do país irmão” e instruiu seu governo a preparar o envio de ajuda necessária.
“Nos foi solicitado que prestássemos apoio com pessoal especializado em resgate e assistência médica. O México sempre se solidariza — e continuará a se solidarizar — com os outros”, afirmou a
presidente. Por sua vez, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, informou que “profissionais de saúde cubanos estão cooperando ativamente na prestação de assistência aos afetados”.