Lula cria unidades de conservação e anuncia prioridades para...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou as prioridades para o governo brasileiro nos debates que ocorrerão durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais

Silvestres (COP15), esta semana, em Campo Grande (MS). Durante a Cúpula do Líderes que antecede o encontro global, ele também assinou três decretos para a criação e ampliação de unidades de

conservação. Segundo o presidente Lula, a delegação brasileira participará do encontro global com as prioridades de: - dialogar com princípios consagrados pelas Convenções do Clima, da Desertificação

e da Biodiversidade, como as “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, - trabalhar para ampliar e mobilizar recursos financeiros, criar fundos e mecanismos multilaterais e inovadores,

principalmente para os países em desenvolvimento, - e universalizar a Declaração do Pantanal que propõe que mais países se envolvam de maneira eficaz na proteção das espécies das rotas migratórias.

Na avaliação do presidente, a América Latina precisa continuar trabalhando junto nas ações de conservação e proteção da biodiversidade, sem as quais não haverá prosperidade duradoura.

“A história da humanidade também é uma história de migrações, deslocamentos, vínculos e conexões. No lugar de muros e discursos de ódio, precisamos de políticas de acolhimento e de um

multilateralismo forte e renovado”, declarou no discurso de encerramento da Cúpula dos Líderes. Antes do discurso, o presidente assinou três decretos para a criação da Reserva de Desenvolvimento

Sustentável Córregos dos Vales do Norte de Minas (MG), ampliação do Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (MT) e ampliação da Estação Ecológica de Taiamã (MT), que juntos representam mais de 174

mil hectares passam a ser protegidos. “Nosso objetivo é alcançarmos a meta de até 2030 garantir trinta por cento de proteção da área oceânica, conforme prevê a Convenção sobre Diversidade Biológica”,

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