A família da universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, busca respostas e justiça pela morte da jovem. Isabelle foi encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com o namorado e familiares
dele, em Fortaleza, no Ceará, no dia 13 de setembro. "Eu não estou chorando apenas a dor da perda, mas porque não tenho RESPOSTAS.
Eu não sei o que aconteceu com minha filha", disse a mãe Isabelle, Isorlanda Caracristi, em vídeo nas redes sociais.
Em nota, a defesa da família disse que está “integralmente dedicada e imbuída no acompanhamento presencial” de oitivas realizadas pela Polícia Civil nesta segunda-feira (21) para tentar esclarecer o
caso. A nota é assinada pelas advogadas Adriana Alves e Patrícia Viana. O caso ganhou repercussão depois que a mãe de Isabelle expôs a situação e passou a cobrar justiça pela morte da filha.
Isabelle morava com o namorado João Munhoz Neto, a mãe dele e um irmão dele. Desde a morte da jovem, a polícia procura por João Munhoz Neto para que ele preste depoimento.
Segundo relato de Isorlanda, nas redes sociais, Isabelle o conheceu ao trabalhar em um escritório de advocacia. O que se sabe até agora A professora relatou que o último contato com Isabelle foi
por meio de duas mensagens no WhatsApp no começo da noite de domingo. Em uma das mensagens, Isabelle pediu para que a mãe olhasse uma comida que ela havia deixado na airfryer.
Na outra, ela disse: “Mãe, eu te amo”. A mãe de Isabelle relatou que não houve mais respostas para as mensagens enviadas e que acreditava que o silêncio se devia ao fato de a filha estar dormindo.
Ao permanecer sem respostas da filha até a manhã da segunda-feira (14), Isorlanda tentou contato com o namorado, por ligações e mensagens e descobriu ter sido bloqueada.