
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira
(27) que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo esclareça as falhas apresentadas
na tornozeleira eletrônica da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do
Batom. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir que seja esclarecido
se a perda de sinal decorre de falhas operacionais ou violação do equipamento.
O prazo para manifestação é de cinco dias. Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participar
dos atos golpistas de 2023 e pichar a frase "Perdeu, mané" na estátua A Justiça, em frente ao
edifício-sede do Supremo, com um batom. Desde março do ano passado, Débora cumpre prisão
domiciliar em Paulínia, São Paulo, onde mora. Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, não
pode usar redes sociais e ter contato com outros investigados.