
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (1º) que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado (28), vai ser intensificada.
“Nossas forças estão avançando no coração de Teerã com intensidade crescente, e isso só se intensificará ainda mais nos próximos dias.” Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã
já deixaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã inclui 153 meninas mortas e 95 feridas em um bombardeio aéreo a uma escola em Minab, no sul do país.
Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou neste domingo o lançamento de um ataque contra o território israelense e pelo menos 27 bases americanas na região do Oriente
Médio. Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população israelense, e citou ataques contra duas cidades do país: Tel Aviv e Beit Shemesh.
Benjamin Netanyahu classificou o momento como "dias dolorosos" e prestou condolências às famílias das vítimas. Por fim, desejou uma rápida recuperação aos feridos.
Queda do regime O político israelense usou sua conta na rede social X para comentar os últimos desdobramentos da campanha militar contra o país persa.
"Acabei de sair de uma reunião com o Ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad [Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel].
Dei instruções para a continuação da campanha", publicou o líder israelense. O premiê destacou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. "Ontem [28], eliminamos o ditador Khamenei.
Juntamente com ele, eliminamos dezenas de figuras importantes do regime opressor." Aliança militar com os EUA Em vídeo publicado, o mandatário israelense diz que tem mobilizado todo o poder das