
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que o atacante Neymar foi submetido, nesta segunda-feira (15), a outro exame de controle.
O procedimento faz parte do processo de recuperação do camisa 10, que trata uma lesão grau dois na panturrilha direita que o impossibilita de ir a campo – mesmo para treinar – desde a convocação para
a Copa do Mundo, nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O atleta de 34 anos ficou novamente fora de um trabalho de campo da seleção brasileira no Columbia Park, centro de treinamento do New York
Red Bulls, em Morristown. A presença do atacante no jogo de sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C, é incerta e cada vez mais
improvável, apesar da expectativa, reconhecida pelo técnico Carlo Ancelotti na última semana, de poder contar com o jogador.
Desde que se apresentou à seleção brasileira, no último dia 27 de maio, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), Neymar realizou apenas sessões de fisioterapia e atividades de fortalecimento e
preparação física. Quando questionados sobre o estágio da recuperação do atacante, CBF e Ancelotti têm dito apenas que ele está "evoluindo bem".
Ainda em Teresópolis, Neymar realizou um exame de ressonância magnética que confirmou a gravidade da lesão na panturrilha.
No último dia 17, ou seja, dez dias antes de ele se apresentar na Granja Comary, o Santos informou que o atacante tinha somente um edema, por conta de uma "leve pancada" sofrida na derrota por 3 a 0
para o Coritiba, na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Posteriormente, o clube paulista comunicou que Neymar estaria "apto a voltar às atividades" até 31 de maio.