
Recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) passarão a depender da demonstração de relevância econômica,
política, social ou jurídica que ultrapasse os interesses das partes envolvidas.
A medida regulamenta um mecanismo previsto na Constituição e busca reduzir o volume de processos que chegam à
Corte. A lei com a regulamentação foi sancionada nesta terça-feira (4).
A Constituição já considera relevantes os recursos relacionados a ações penais, ações de improbidade
administrativa, causas com valor superior a 500 salários mínimos, casos que possam resultar em inelegibilidade e
decisões que contrariem a jurisprudência dominante do STJ. Com a nova lei, novos critérios são incluídos no rol.
O projeto de lei teve tramitação concluída no Congresso no dia 17 de julho, após aprovação no Senado, Casa de
origem, e na Câmara. “Espero que essa inovação possa trazer ao povo brasileiro, que precisa do bom funcionamento
do STJ, mais agilidade nas coisas. Hoje, o povo pode ter esperança de que as coisas podem andar mais rápido na