
Delegações de organizações internacionais convidadas como observadoras independentes do processo eleitoral brasileiro já começaram a chegar ao Brasil.
O objetivo é que essas instituições avaliem a integridade, a eficácia operacional e o cumprimento estrito das normas eleitorais.
Mais de 140 observadores de sete organizações internacionais vão acompanhar a preparação, a votação e a apuração nesse domingo (4): Organização dos Estados Americanos (OEA); Parlamento do Mercosul
(Parlasul); União Europeia; Liga dos Estados Árabes (LEA); Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP); União Interamericana de Organismos
Eleitorais (Uniore); e Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE). OEA Só a Missão de Observação Eleitoral da OEA é composta por 91 observadores de 23 países e vão acompanhar o processo eleitoral em 20
estados e no Distrito Federal. O grupo é chefiado pelo ex-secretário-geral da OEA e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, José Miguel Insulza.
Hoje, parte da delegação se reuniu com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques.
Na quarta-feira (30), os observadores se encontraram com técnicos e com integrantes da campanha do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo a OEA, entre os integrantes da delegação há especialistas com capacidade de observar aspectos como organização e logística eleitoral, implementação de tecnologia, justiça eleitoral,
financiamento político e eleitoral, violência, campanhas, mídia, comunicação digital, entre outros temas.