
Com o tema “Reconhecemos justa toda forma de amor e de existência" a cidade do Rio de Janeiro vai receber, no dia 22 de novembro, a 31º edição da Parada do Orgulho LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais,
travestis, transexuais e transgêneros, intersexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais).
A parada acontece na orla da praia de Copacabana. O tema traz para o debate os direitos conquistados pela comunidade LGBTI+, como os 15 anos de reconhecimento da união civil entre casais
homoafetivos, a criminalização da LGBTfobia e o direito de pessoas transexuais e travestis a retificação do nome. Para o ativista Claudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris de Cidadania
LGBTI+, instituição que organiza a Parada do Orgulho no Rio, o objetivo é celebrar as conquistas e conscientizar sobre os direitos, sem perder de vista as reivindicações políticas. “O direito ao
casamento no Brasil foi uma conquista importante para a comunidade, mas é uma conquista ainda em processo.
É importante dizer que o direito existe e que ele precisa ser respeitado na sua íntegra, lutar para que seja legitimado no âmbito do Congresso Nacional”, disse.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Claudio aponta que existe uma postura omissa do Congresso em relação a uma lei que assegure o casamento homoafetivo.
E que os direitos de pessoas transexuais também fazem parte das reivindicações. “Coisas básicas, como por exemplo o direito a usar o banheiro feminino, no caso de mulheres trans, que ainda permanece
provocado por uma iniciativa de setores da extrema direita. Criando situações para impedir o mínimo de dignidade em necessidades básicas.