
A fiscalização realizada pelo Procon-SP no mês de agosto em 131 estabelecimentos do estado constatou que apenas 25% dos locais tinham atendido ao previsto no Protocolo Não se Cale, que estabelece
medidas de acolhimento e proteção para mulheres em situação de risco e violência. A política prevê que locais de entretenimento tenham cartazes informativos visíveis e contem com funcionários
capacitados para agir em casos de assédio ou violência. Segundo o Procon, a ausência dessas medidas foi a principal infração identificada nas fiscalizações de agosto em bares, restaurantes e grandes
eventos. Os fiscais também flagraram falhas no atendimento do Código de Defesa do Consumidor, como falta de clareza nos preços, informações incorretas sobre validade de produtos e falhas no sistema
de pagamento. Entre as medidas previstas no Protocolo Não Se Cale estão: Exibição de cartaz informativo com orientações sobre como pedir ajuda; Capacitação de todos os funcionários do
estabelecimento para acolher e encaminhar a mulher de forma segura; Disponibilização de ambiente reservado e seguro para acolhimento inicial.
Na capital paulista foram fiscalizados 65 estabelecimentos, dos quais 50 estavam irregulares. As outras cidades onde houve vistorias foram Bauru, Campinas, Pindamonhangaba, Presidente Prudente,