Redes sociais ajudam a despertar interesse por livros, diz e...

Autora de sucessos como Tudo é Rio, A Natureza da Mordida e Véspera, a escritora mineira Carla Madeira diz que “livro é uma ocasião de conversar”.

Escritora de ficção mais lida do Brasil, com mais de 1 milhão de cópias vendidas, ela esteve em Salvador, na noite deste sábado (8), para falar a um grande público que se formou no Largo do

Pelourinho, durante a programação da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô). Fenômeno de vendas, ela celebrou o fato de mais brasileiros estarem lendo e também comentando sobre livros,

em geral – principalmente por meio das redes sociais e clubes de leitura. “As pessoas estão descobrindo que é legal conversar sobre o que elas leem, concordar, discordar, discutir, entrar com outras

vozes, cruzar livros, cruzar informações, criticar, aplaudir, está tudo valendo. E isso é maravilhoso porque é um exercício de troca e tem uma riqueza de ampliar a consciência”, reforçou.

Para ela, a ampliação dos clubes de livros e de festivais de literatura ajuda a aumentar o interesse pela leitura. “Isso está sendo festejado, está sendo ampliado.

E as redes sociais têm um papel superimportante nisso”, completou. No entanto, apesar do maior interesse pelos livros, a escritora acredita que o brasileiro ainda lê pouco, no universo de um país com

220 milhões de pessoas:  “Quando se confrontam os números do mercado editorial a esse dado demográfico, não há como negar que o brasileiro lê pouco.

Mas tem muitas questões envolvidas nisso que vão desde a educação formal e o incentivo à leitura até o acesso ao livro e locais para se ler”, disse ela à reportagem.

>> Clique aqui e confira a cobertura da Agência Brasil na Flipelô 2026 Políticas públicas Em entrevista à Agência Brasil, pouco antes de conversar com o público da Flipelô, a escritora ressaltou que

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