Reunião do Copom começa com expectativa de nova redução da S...

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira (15) a sexta reunião de 2026 para definir a taxa básica de juros, a Selic.

A reunião de dois dias termina amanhã, e a expectativa do mercado, em meio ao cenário de controle da inflação, é de redução dos atuais 14% para 13,75% ao ano.

A Selic está em 14% ao ano, o menor patamar registrado em 2026, após a sequência de reduções promovidas pelo Copom desde março.

Boletim Focus Com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro, foi observada tendência de queda para a inflação em 2026 (para 4,9%) na comparação com a semana anterior, quando

estava em 5%. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.

PIB e dólar Em relação à economia, o mercado trabalha com projeção de crescimento de 1,89% em 2026. Na semana passada, a expectativa era de que o Produto Interno Bruto brasileiro (PIB, a soma dos

bens e serviços produzidos no país) fecharia o ano em 1,93%; e há quatro semanas, em 1,98%. As projeções do mercado relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar fechando 2026 cotado a R$

5,20 – cotação que vem sendo projetada há 13 semanas consecutivas. Selic A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para

as demais taxas da economia. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida. Juros mais altos encarecem o crédito, estimulam a poupança e reduzem pressões sobre os preços.

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