
O governo federal decidiu revisar as tarifas de importação de smartphones e de produtos eletroeletrônicos.
A medida foi aprovada nesta sexta-feira (27) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), vinculado à Câmara de Comércio Exterior (Camex).
O impacto da decisão sobre os preços ao consumidor é “praticamente nulo”, estimado em um aumento de 0,04%.
O cálculo é de Uallace Moreira Lima, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que acompanhou o
vice-presidente Geraldo Alckmin em agenda neste sábado, em São Paulo. Segundo ele, a produção de celulares no país já é majoritariamente nacional: cerca de 95% dos aparelhos comprados pelos
brasileiros são fabricados no Brasil. Por isso, as mudanças têm impacto tão baixo para o consumidor. 28/02/2026 - Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços, Uallace
Moreira Lima. Foto: MDIC/Divulgação O que mudou? A decisão do governo envolve um conjunto de 120 produtos.
Desse total: - 105 itens tiveram o imposto de importação zerado; - 15 produtos que teriam aumento de tarifa voltaram aos percentuais anteriores.
Entre eles, notebooks, smartphones, roteadores, impressoras em braile e mesas digitalizadoras. Esses 15 itens, segundo o secretário, seriam reajustados para 16% ou 20%, ou passariam de 12% para 16%,
por possuírem similares produzidos no país. Com a revisão, mantiveram alíquotas anteriores, como 10% ou 16%.