
Criado por estudantes e músicos em 1996, o bloco de rua Cordão do Boitatá comemora 30 anos de carnaval nesta segunda-feira (19) no Circo Voador, durante ensaio geral de suas orquestras de rua e de
palco. Na virada desta segunda para terça-feira (20), o bloco homenageia também seus padroeiros, que são o compositor e músico Pixinguinha, patrono da Orquestra de Rua do Cordão, e São Sebastião,
padroeiro também da cidade do Rio de Janeiro, celebrado nessa data. No carnaval 2026, o Cordão do Boitatá vai estrear no Circuito Preta Gil, nova denominação do local de desfiles dos chamados
megablocos, no centro do Rio. A concentração é na Rua Primeiro de Março, seguindo pela Avenida Presidente Antônio Carlos até a dispersão na altura da Rua Araújo Porto Alegre.
O nome foi dado pelo prefeito carioca, Eduardo Paes, em homenagem à cantora Preta Gil, que morreu em julho do ano passado, após dois anos e meio de luta contra um câncer de intestino.
A estreia do Cordão no circuito dos megablocos será no dia 8 de fevereiro. No domingo seguinte (15), o Cordão fará seu 20º Baile Multicultural na Praça XV, também na região central da cidade.
Bonecos gigantes e estandartes são levados pelos foliões do bloco durante o cortejo. As principais características dos megablocos são a grande multidão de seguidores, superando dezenas de milhares e
chegando a milhões de participantes; a estrutura grandiosa, que inclui trios elétricos, carros de som, grandes palcos; presença de artistas e cantores famosos; diversidade musical; patrocínio; grande
esquema operacional da prefeitura, em termos de segurança, saúde, limpeza, e uso de tecnologia para monitoramento.
Os megablocos incluem também blocos tradicionais, como o Cordão da Bola Preta e o Monobloco. Decisão conjunta Em entrevista à Agência Brasil, o diretor musical do Cordão do Boitatá, acordeonista,