
PastorDocumento cita fortes evidências de que o pastor atuava em articulação para obstruir processo de Bolsonaro, com ataques organizados ao STF.
Por Redação • Publicado em 20/08/2025 às 19h43 A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou buscas e apreensão contra o pastor Silas Malafaia traz detalhes sobre as acusações que pesam
contra ele no inquérito ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento, obtido pela imprensa, afirma que há fortes evidências de que o líder religioso atuava na organização de uma campanha
criminosa com o objetivo de obstruir a Justiça e atacar ministros da Corte. Segundo o despacho, “os elementos de prova indicam que as condutas de Silas Lima Malafaia influenciam diretamente o
investigado Jair Messias Bolsonaro, resultando em ações concretas, inclusive com postagem de conteúdos nas redes sociais previamente acordadas por Silas Lima Malafaia”.
O conteúdo continua após o anúncio 👇 Campanha criminosa e ataques ao STF O texto descreve que Malafaia teria se engajado na construção de uma “campanha criminosa orquestrada”, destinada à criação,
produção e divulgação de ataques direcionados a ministros do Supremo. Ainda de acordo com a decisão, essa atuação se insere no contexto das chamadas “milícias digitais”, investigadas em inquéritos