
O Ministério da Saúde liberou aporte emergencial de R$ 900 mil para ações de vigilância, assistência e controle do Chikungunya na região da Grande Dourados, no Mato Grosso do Sul.
Em nota, a pasta informou que o valor será transferido em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde (FNS) ao fundo municipal.
“Os recursos poderão ser utilizados para intensificar estratégias como vigilância em saúde, controle do mosquito Aedes aegypti, qualificação da assistência e apoio às equipes que atuam diretamente no
atendimento à população”, informa o ministério. A liberação do montante, segundo o ministério, se soma a outras iniciativas em curso, como a instalação de mil Estações Disseminadoras de Larvicida
(EDLs), compostas por armadilhas com recipiente plástico e tecido impregnado com larvicida. “Ao entrar em contato com o produto, o inseto passa a disseminar o larvicida em outros criadouros,
contribuindo para interromper o ciclo de reprodução”, detalhou o comunicado. Ainda de acordo com a pasta, agentes municipais passaram por capacitação conduzida por técnicos da Coordenação-Geral de
Vigilância de Arboviroses, com foco no uso das novas tecnologias de controle vetorial. Outra medida adotada na região é a busca ativa em territórios indígenas de Dourados, realizada de forma conjunta
pela Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), com 106 atendimentos domiciliares nas aldeias Jaguapiru e Bororó.
Força-tarefa Na última semana, o ministério instalou uma sala de situação com o objetivo de coordenar as ações federais de combate ao Chikungunya.
“Posteriormente, a estrutura será levada ao território, com atuação integrada entre áreas técnicas, gestores estaduais e municipais e outros órgãos públicos, fortalecendo a tomada de decisão”,