
O Ministério da Saúde enviou uma equipe da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz fronteira com a Venezuela.
O objetivo é avaliar estruturas de saúde, profissionais, vacinas e outros insumos. Em nota, o ministério informou que estrutura um plano de contingência para resposta do SUS a um “possível
agravamento da crise internacional e avanço da demanda de migrantes na região fronteiriça” após ataque conduzido pelo governo norte-americano. “Até o momento, o fluxo migratório segue o mesmo na
região”, destacou o ministério no comunicado. Ainda segundo a nota, as equipes enviadas a Roraima possuem vasta experiência em situações de tragédia e estão identificando estruturas hospitalares e
avaliando a possibilidade de ampliação. Caso haja necessidade, o governo informou que vai montar hospitais de campanha e expandir estruturas existentes com o objetivo de reduzir os impactos no
sistema público de saúde brasileiro. Na nota, o Ministério da Saúde se coloca à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para ajuda humanitária, citando apoio por meio do fornecimento
de medicamentos e insumos para diálise, visto que o principal centro de distribuição da cidade de La Guaira, na Venezuela, ficou destruído após um ataque.
“O Ministério da Saúde reafirma o papel do SUS como referência internacional ao garantir assistência médica integral a todas as pessoas em solo nacional.
Para imigrantes em cidades de fronteira, esse direito é assegurado, independentemente do status migratório ou nacionalidade”, concluiu o comunicado. Entenda No sábado (3), diversas explosões foram
registradas em bairros da capital venezuelana, Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram