Selena Gomez e Bad Bunny são apostas para americanos comerem...

O que Bad Bunny, Selena Gomez e Walton Goggins têm em comum? Não é uma estreia no tapete vermelho, mas grandes empresas de alimentos esperam que o poder estelar deles inspire os americanos a voltarem

a consumir snacks. Os resultados financeiros da Mondelēz International, PepsiCo, General Mills, J.M. Smucker e The Campbell"s Company nas últimas semanas mostraram vendas estagnadas na América do

Norte. Os consumidores continuam reduzindo gastos com marcas, optando por comprar produtos mais baratos ou simplesmente não comprar snacks.

"É um momento difícil porque as pessoas estão vendo seus orçamentos ficarem mais apertados, e por mais que gostem de snacks e as marcas lhes proporcionem prazer, pode ser algo a cortar das listas de

compras", disse Jenny Zegler, diretora da Mintel Food and Drink, uma empresa de análise de consumo. "Snacks são mais uma compra por diversão." Salgado e doce Executivos da Mondelēz, que produz

diversos produtos, como Ritz, Oreos e Wheat Thins, disseram em sua teleconferência de resultados de 29 de julho que a "ansiedade do consumidor" e uma "mudança para itens essenciais" prejudicaram as

vendas na América do Norte. A empresa reportou uma queda de 3,5% na receita. Um destaque foi Ritz, que gerou US$ 1,5 bilhão em vendas no ano passado.

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