
Semana política em MS: chuvas, visitas ministeriais e confusão judicial envolvendo 'pai do ET Bilu' A política em Mato Grosso do Sul teve uma semana agitada, com o retorno das atividades
legislativas, visitas de ministros, fortes chuvas e impasses em relação a projetos de lei. O governador Eduardo Riedel (PP) e a prefeita Adriane Lopes (PP) anunciaram que os cortes de gastos
continuarão em 2026, visando melhorar a arrecadação pública. Na capital, a prefeita indicou a possibilidade de reformular o projeto do estacionamento rotativo, que estava suspenso há quase quatro
anos na área central, impactando negativamente o comércio local. O serviço foi interrompido em 23 de março de 2022.
Além disso, a cidade sofreu com intensas chuvas que provocaram alagamentos, enxurradas e quedas de árvores.
Em resposta aos estragos, a prefeita prometeu um plano de ação para lidar com os danos causados pelos temporais.
O secretário de Obras de Campo Grande, Marcelo Miglioli, anunciou investimentos superiores a R$ 300 milhões em asfaltamento neste ano, com dois programas distintos: um para asfaltar ruas de terra e
outro para recapeamento. A visita de ministros também foi um ponto alto da semana. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, enfatizou a necessidade de tratar urgentemente a
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa eliminar a escala 6x1. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), havia mencionado que o governo federal deve encaminhar essa proposta ao
Congresso em breve. Na sequência, o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou que Mato Grosso do Sul será reconectado à malha ferroviária nacional, com novos investimentos em infraestrutura.