
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 25 de fevereiro o julgamento definitivo da decisão
do ministro Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos penduricalhos ilegais no Três Poderes.
Mais cedo, Dino concedeu liminar para determinar que as verbas indenizatórias sem base legal devem
ser suspensas no prazo de 60 dias. A votação dos demais ministros da Corte ocorrerá durante sessão
presencial. Os chamados penduricalhos são benefícios concedidos a servidores públicos e que não
cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil, valor equivalente ao salário dos
ministros do STF. Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de
verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição.
O ministro citou o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano)
como exemplos de ilegalidade. A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário,