
Tereza Cristina recorre às 'fake news' tentando mascarar armação lesa-Pátria A senadora bolsonarista sul-mato-grossense Tereza Cristina (PP) assumiu protagonismo no bloco de divulgação das notícias
falsas (fake news), reforçando as calhordices do trânsfuga Eduardo Bolsonaro (PL) nas chantagens tarifárias que o governo de Donald Trump vem fazendo contra o Brasil.
Numa inútil tentativa de livrar o pai, Jair Bolsonaro (PL), já inelegível e prestes a ir parar no xilindró pelos crimes que cometeu, Eduardo abandonou o mandato de deputado federal e fugiu para os
Estados Unidos. Em solo norte-americano, e com apoio de Trump, o herdeiro de Bolsonaro armou as retaliações. A primeira, um tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros.
Outros foram preparados, tendo alvos como o Pix e o comércio na Rua 25 de Março, em São Paulo. Os meios antipatrióticos e inescrupulosos do filho do ex-presidente são sustentados por figuras
influentes do bolsonarismo. Tereza Cristina é uma delas. Cumpre a tarefa de semear o pânico, espalha fake news e cria contextos mentirosos para responsabilizar Lula pelos danos que podem ser causados
se o tarifaço entrar em vigor. A chantagem é esta: se Bolsonaro não for anistiado pelos crimes já comprovados na Justiça, o tarifaço entrará em vigor a partir de 1º de agosto.
Assim, um festival de mentiras sobre a questão toma conta das redes sociais, com a forte presença de Tereza Cristina.
Depois de fake news como o vídeo afirmando que Lula retomou a exigência de visto para turistas americanos e outro, com inteligência artificial, mostrando Lula ofendendo Trump, a senadora do agro
entrou em cena. Além de aplaudir Trump, destacar a "perseguição" a Bolsonaro e endossar o coro da "anistia ampla, geral e irrestrita" aos condenados pela tentativa de golpe, Tereza Cristina gravou