
Tremores de terra voltaram a afetar a cidade de Granada, no sul da Espanha, na madrugada desta terça-feira (18).
Segundo o Instituto Geográfico Nacional (IGN), aos menos quatro terremotos de magnitudes entre 3,9 e 4,8 na escala Richter foram sentidos nas últimas horas.
Torre com rachaduras após tremor em Granada, na Espanha REUTERS/Fermin Rodriguez - Reuters/Fermin Rodriguez/proibida reprodução De acordo com o instituto, desde a última sexta-feira (14), já foram
registrados 432 tremores de terra na região que se estende por entre 2 e 12 quilômetros ao sul da cidade de Granada.
A maioria das ocorrências é considerada leve e algumas sequer chegaram a ser sentidas. Outras, contudo, como a do último sábado, causou estragos e assustou a população e os turistas que visitavam a
região – um importante destino turístico espanhol. “Os maiores terremotos registrados até o momento, de 4,8 graus, ocorreram em 14 de agosto, às 23h04 (horário local, 18h04 em Brasília), e às 8h37
(03h37 no Brasil), com epicentro nas localidades de Alhendín, profundidade superficial, mas amplamente sentidos”, informou o IGN, em nota divulgada esta manhã.
Segundo o instituto, os dois terremotos de maior intensidade da série foram sentidos em mais de 500 localidades, principalmente em partes da Andaluzia; em Múrcia; no sul de Castela – La Mancha e
também em alguns pontos de Madrid. “Os danos e os efeitos produzidos por estes tremores seguem sendo revisados pelo pessoal da Rede Sísmica e as informações seguirão sendo atualizadas à medida que
surgirem”, acrescentou o instituto. Até o momento, a Junta de Andaluzia confirma que ao menos três pessoas se feriram devido às consequências dos tremores desta terça-feira.